
Show de uma banda genérica rolando lá atrás
Caros leitores, se nesse momento vocês pudessem ver o meu rosto certamente notariam o imenso sorriso que toma conta dele.
Ontem (dia 29/11) eu tive a oportunidade de assitir a primeira performance da banda
P.O.D. em Brasília encerrando sua primeira turnê no Brasil.
Bem, vamos ao que interessa, o show!
O evento estava marcado para começar as 18:00h com as milhares de bandas que iriam abrir o show. O local estava dividido em dois palcos: um absurdo e outro um pouco mais próximo da realidade mas que também não estava nada mal.
O palco absurdo foi usado pela banda
Skin Culture e pela atração principal
P.O.D. (que só começou a tocar por volta das 23:00h).
O outro palco foi ocupado pelas demais bandas (dentre elas
Metal Nobre e
Pontocom).
Já passava das 23:00h e o público não aguentava mais esperar. As luzes do palco estavam apagadas e só era possível ver a fumaça do gelo seco passeando pelo palco.
Mais alguns instantes de silêncio e as luzes se acenderam e os integrantes da banda assumiram seus postos ao som de uma música evangélica antiga genérica.
Logo a cadência da música foi quebrada pelos acordes de
Marcos Curiel (guitarra) que para delírio do público abriu o show com o riff de
Boom.
O show se seguiu perfeitamente devido a boa regulagem do som.
Dentre o set list da banda estavam as clássicas
The Southtown e
Youth of The Nation (que teve o refrão acompanhado pelo público como se fosse um hino).
O auge do show foi sem dúvida as execuções de
Satellite e
Alive.
Por volta de 01:00h o show foi encerrado com a música
Rock The Party deixando a desejar apenas pela ausência das músicas
Sleeping Awake e
Goodbye For Now que na opinião desse que aqui escreve se deu pelo fato de terem sido gravadas pelo guitarrista
Jason Truby (
Living Sacrifice) que permaneceu no
P.O.D. no período em que
Curiel se afastou (2003-2006).Além de
Curiel (guitarra), a banda também é formada por
Wuv Bernardo (bateria),
Traa Daniels (baixo) e
Sonny Sandoval (vocal) – que apareceu por aqui com a cabeça raspada mais uma vez.
Posso dizer que esse foi o melhor show que eu já fui até hoje. Tirando alguns podres da organização e das escolhas das bandas para abertura, o resto foi perfeito.